sexta-feira, 17 de julho de 2026


Desenterrei o nome do blog antigo pra deixar essa tag aqui com algumas dicas aleatórias do que estou gostando no momento. Não sei se todo mundo gosta desse tipo de post, mas eu sempre paro pra ler e encontrar novas descobertas. Espero que gostem das minhas dicas!
Não estou mais usando Instagram e, apesar do que falei no post anterior sobre o Substack, ainda é uma rede social que eu gosto de visitar. Dando umas voltas no feed de recomendações, vi que uma fotógrafa que eu seguia há muitos anos no Instagram estava lá e, melhor ainda, falando sobre fotografia analógica!
Quem não conhece, pode seguir a Lina Lomelino no Layering Light, pelo menos enquanto ela não trava os posts e coloca pra ser pago (o destino de todo mundo naquele lugar).
Já falei que o YouTube virou o local onde passo horas vendo vídeos de arte, vlogs de estilo de vida e por aí vai. Nessas andanças, me deparei com a Anna Cebey e não consegui parar de maratonar os vídeos dela. Sempre fico muito feliz quando encontro criadoras de conteúdo brasileiras, já que muitas vezes romantizamos tanto fotografar e filmar em viagens para o exterior, os vídeos da Ana mostram que tem sim como romantizar o dia a dia normal aqui no Brasil.
Materiais de arte nunca são demais, infelizmente eu utilizo essa desculpa mais do que deveria. God forbid women have hobbies.
Enfim, as pessoas falam “tenha uma paleta de cores reduzida e trabalhe apenas com as primárias”. Seria meu sonho? Talvez, mas eu gosto mesmo é de comprar um monte de aquarela, e infelizmente muitas delas estão aqui encostadas sem uso. Mas em abril, aproveitei um lançamento da Poética do Habitar e comprei algumas cores avulsas da coleção.
Não sei o que eu estava esperando pra não comprar antes! A qualidade é extraordinária, os pigmentos são de altíssima qualidade e muitas cores a própria Denise produz, não só com misturas, mas também utilizando terra daqui do Brasil! Toma essa, Winsor & Newton!
Além de ser uma marca 100% brasileira, a Poética do Habitar é um empreendimento também 100% feminino! Perfeitas, sem defeitos! E o melhor, ao contrário de outras aquarelas, eu estou usando MUITO a dela e sempre quando penso em algum projeto (escrever isso me fez parecer uma profissional, mas na verdade é só uma página do sketchbook mesmo), já penso também nas tintas da Poética que vou utilizar.
Minhas favoritas são: Merope, Rosa Pêonia, Azul Bahia e Soluma.

Espero que tenham gostado das dicas! Estou pensando em fazer pelo menos uma vez ao mês, trazendo dicas de série, filmes, livros (como se eu não fosse uma analfabeta funcional e estivesse há 3948 anos sem ler nada).
Até a próxima!

sexta-feira, 3 de julho de 2026


Oi, tudo bem? Faz tempo que não apareço por aqui. A última vez já faz bem mais de um ano, mas tenho uma explicação, que não é lá muito boa.

Sim, eu quis abandonar o blogger e o blog raiz para ir ao Substack. Peço desculpas de antemão, pois foi um grande arrependimento. É uma plataforma muito boa e não posso negar que são várias as facilidades: o alcance dos posts é bem grande, dá pra conhecer vários escritores, pessoas podem até pagar pra ler o que você escreve! Mas não é pra mim. Antes de tudo, a gente não pode esquecer que lá ainda é uma rede social, mesmo os usuários vivendo em negação, dá sim pra perder horas por lá. Além disso, alguns criadores de conteúdo têm uma aura de superioridade que me incomodou muito, qualquer coisinha é motivo de se achar melhor do que os outros. Até postei no Bluesky sobre isso, quando me deparei com um post dando a entender que quem conhece "O Pequeno Príncipe" é melhor do que os outros. Sério, gente, "O PEQUENO PRÍNCIPE"!

Enfim, voltei. E o que aconteceu de novo nesse meio tempo? Pouca coisa, mas vou compartilhar com vocês.


A primeira, e acredito que mais importante, notícia é que realizei um grande sonho que tinha há muito tempo. Adotei uma gatinha!

Pode parecer simples pra muitos, no estilo "nossa, gato é de graça, a gente pega na rua e pronto", mas eu, como uma grande ansiosa, pensava em tudo. Que não iria dar certo, que alguém teria alergia e eu não poderia ficar com a gata, a gata iria me odiar (essa é um pouco verdadeira até hoje), ou não iria me adaptar. Coisas assim ficavam passando pela minha cabeça e eu morria de medo de ter essa responsabilidade. Mas em novembro do ano passado, a Milla entrou em nossas vidas e as preocupações foram todas embora.

Coloquei essas duas fotos pra ilustrar os primeiros 6 meses que ela passou aqui com a gente. Na primeira foto, ela no primeiro dia aqui em casa. Medrosa, cheia de marcas dos fungos que ela teve, pequena e magrinha. Na última, que tirei em maio, ela já se achando a dona da casa, as marcas ficaram quase imperceptíveis e toda peluda! Quem diria que aquela gata mirradinha, coitada, viraria essa bola de pelo que mia quando alguém não faz o que ela quer.


No início do ano, dei uma passada por São Paulo para comemorar o aniversário da minha mãe. Fizemos várias coisas legais, comemos muito e ainda consegui passear com a Aline, minha ARMYga, que me levou para lugares suspeitos na Liberdade. Mas estou aqui sã e salva.

Visitamos o Museu do Ipiranga, o café da Kiki, compramos livros superfaturados no Bom Retiro, além de um dos lugares que eu mais queria visitar, o Espaço Olavo Setúbal, no Itaú Cultural, aquele famoso com várias ilustrações botânicas.

Ainda estou esperando revelar um filme 35mm que levei pra viagem, mas ainda não terminei (faltam só QUATRO poses, acho válido sair tirando foto da gatinha em todos os ângulos possíveis).


No vale das artes, nada de novo no pedaço além da minha vontade de comprar todos os materiais disponíveis pela internet, pra não usar nenhum. Em maio, comecei um curso de desenho com a Priscila Desenha. Estava adorando, pois, apesar de adorar desenhar minhas plantinhas, sempre senti muita falta de ter uma base em desenho e poder avançar para outros temas, como paisagens, natureza morta, arquitetura, etc. Infelizmente, a professora teve que encerrar a turma e mais uma vez estou aqui, órfã de curso de desenho e voltando a desenhar flores tronchas.

Então é isso. Sejam bem-vindos de volta ao Dear Drea e aproveitem a visita!

sexta-feira, 17 de janeiro de 2025


É janeiro de 2025, olho pela janela e vejo tudo molhado lá fora. Cai uma chuva fininha, daquelas que gosto de chamar de chuva educada: sem vento, suave, mas suficiente para deixar o clima mais agradável.

Nem sempre foi assim. Quem esteve em Brasília em 2024 sabe que nossa última primavera foi marcada pela maior seca dos últimos anos, entrando para a história como o período mais longo sem chuvas na capital federal.

Ainda assim, há algo nessa época que compensa tudo: os ipês. Essas árvores coloridas precisam de um clima seco pra florescer, então foi o ambiente perfeito pra que tivéssemos várias floradas ao longo da primavera. Elas seguem essa ordem, começando com as roxas, passam pelas cor-de-rosa, amarelas e, por último, as brancas, minhas favoritas.


Apesar de ser apaixonada pela época, de querer ficar olhando para os ipês, morar na sombra de um deles, fazia tempo que não saía para fotografar. Vez ou outra, tirava uma foto com o celular mesmo e, lógico, ela ficava esquecida lá, e eu nunca mais a veria.

Em pleno domingo, no ano passado, fiquei sabendo que os ipês brancos da Asa Norte, famosos por formarem um corredor super fotogênico, estavam no auge da floração. Lembro de ter ficado um pouco receosa: "Será que vale a pena mesmo sair de casa para fotografar nesse calor e nessa seca?".

Já sabia desse local, mesmo nunca tendo ido. Calor, lotado de gente, cada um querendo pegar o melhor ângulo, não parecia o programa que me convenceria a sair de casa. Mas, no ano passado, resolvi ir e não me arrependi nem um pouco!


Acho que fazia tempo que eu não me empolgava tanto com fotografia. Queria tirar fotos minhas, da minha irmã, do pessoal que estava lá, filmar e registrar todos os ângulos dos ipês. Parecia até que nunca mais iria ver uma árvore dessas — quem sabe, não é?

E essas são algumas fotos que tirei no dia! Espero que gostem!

Ah! Feliz 2025! Ainda é aceitável desejar feliz ano novo na segunda metade de janeiro? Enfim, este ano quero postar mais por aqui e registrar mais acontecimentos com a minha fotografia. Sinto saudades de como me sentia fotografando e compartilhando por aqui, deixando um diário registrado com alguns momentos da vida.



quinta-feira, 17 de outubro de 2024

A imagem não tem nada a ver com o post, foi só pra ilustrar. 

De todas as redes sociais, a que mais uso hoje em dia com certeza é o YouTube. Acabei pagando a língua, pois tinha um pavor da rede de vídeos, já que, na minha mente, só havia gente fazendo streams de jogos. Nada contra os streamers, mas realmente não é isso que quero assistir depois de um longo dia de trabalho.
Mas o que eu quero assistir? Vídeos de pessoas criativas e inspiradoras fazendo artes e vlogs bonitos. Por isso, para este post, resolvi listar algumas criadoras de conteúdo que eu mais gosto.
Sempre que vejo esse tipo de lista, penso em como é fácil listar qualquer coisa que seja muito famosa, que já está firmada e conhecida pelo público geral. Por isso, decidi incluir apenas canais pequenos, usando o critério de ter menos de 10 mil seguidores como limite.

01. Evydraws
A Evelyn é uma artista suíça que mora na Coreia do Sul. O que mais me interessa nos vídeos dela é a facilidade que ela tem pra criar uma arte. Fala que não está boa, que não gostou e quando termina PAAH: uma obra de arte pra gente admirar.
Vídeo favorito: a Evelyn mora na Ilha de Jeju e nesse vídeo ela foi pra Seul. Aproveitou a viagem para desenhar em alguns locais da capital coreana. Meu sonho sair por aí desenhando o que me inspira.

02. Brenda Art Tutorials
A Brenda é brasileira, mas mora na Itália. Ela é uma ilustradora e, pelo que já vi nos vídeos dela, sua especialidade é criar padronagens e estampas. Fora isso, ela consegue pintar com todos os materiais artísticos possíveis! E olha só: ela tem três canais diferentes! Além do Brenda Art Tutorials, ela tem o Brenda Aquarela e o Bemora Art.
Vídeo favorito: qualquer um em que ela ensine a fazer pinturas com giz pastel oleoso, que está sendo meu material favorito ultimamente.

03. Wandering Medievalist
Sabe aquele estereótipo de que americano é tudo burro? A Bethany é uma das pessoas que vai fazer a gente ter um pouco de esperança com a nação norte-americana. Ela não só faz artes lindas, como está no doutorado estudando língua e literatura inglesa.
Vídeo favorito: eu tenho um sério problema com pintura de céus e paisagem, são meu Everest. Então vou indicar esse em que ela cria uma paisagem linda.

04. Katie Waiyu
Não sei muito sobre a Katie, apenas que ela mora na Escócia e suspeito que não seja em Edimburgo. Descobri o canal dela porque ela é bem famosa no Instagram por fazer vídeos curtos e lúdicos com giz pastel oleoso, que vem sendo meu material favorito ultimamente. Adoro os vlogs aesthetic que ela faz, mostrando momentos nem tão interessantes do dia a dia, mas que, com uma boa iluminação, ficam prontos para serem postados na internet.
Vídeo favorito: Acho que só fiz crochê uma ou duas vezes na vida, então assistir a este tutorial da Katie ensinando a fazer uma capa de computador, que, por sinal, ficou linda, é muito satisfatório.

05. Peach Roses
Vou terminar esta lista com mais uma brasileira. Não sei muito sobre ela, nem mesmo o nome real, mas adoro esses vídeos que são filmados como se estivéssemos lá, sabem? Não sei explicar bem, mas sei que isso tem um nome específico. Infelizmente, não sou familiarizada com os jargões cinematográficos.
Vídeo favorito: não tenho especificamente um, mas vou colocar esse que ficou bem com cara de vlog raiz.

Espero que vocês tenham gostado das dicas e contem aí nos comentários quais são os canais favoritos de vocês!
Até a próxima (que espero não demorar tanto).

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